Cinco hábitos para manter a saúde dos rins em dia

Órgãos são essenciais para o equilíbrio do corpo. Veja como garantir a boa  função deles.

Os rins são órgãos fundamentais para a manutenção do equilíbrio do organismo. Eles são responsáveis pela eliminação de toxinas do sangue, regulação da pressão arterial, controle de elementos como potássio, sódio, fósforo e bicarbonato, regulação da produção de glóbulos vermelhos e também participam da formação dos ossos.

De acordo com Juliana Abrão, nefrologista do Instituto de Nefrologia de Bauru (Ineb), é necessário manter a saúde dos órgãos para garantir que eles consigam desempenhar todas essas funções. “Para manter o equilíbrio do corpo humano, é preciso que os rins estejam em perfeito funcionamento”, afirma.

Para isso, o recomendado é seguir uma rotina de hábitos saudáveis e exames rotineiros para detectar doenças que podem comprometer sua performance. “Falamos em fatores de risco, ou seja, condições que podem levar a doença renal. As principais são hipertensão arterial, diabetes, história de doença renal na família, obesidade, tabagismo e uso de medicações potencialmente tóxicas aos rins”.

A médica lista cinco atitudes simples que contribuem para que os rins continuem em pleno funcionamento.

– Cuidados com a alimentação e hidratação: evite excesso de sal, de açúcar, carne vermelha e de gorduras. Controle o peso. Beba água.

– Não fume: a prática do tabagismo acelera a perda da função dos rins e traz outros malefícios à saúde.

– Pratique atividade física regularmente.

– Mantenha o controle da pressão arterial, glicemia e colesterol: A incidência de diabetes e hipertensão é cada vez maior entre homens e mulheres. Dentre os diversos problemas que a falta de controle dessas enfermidades pode causar está a doença renal crônica.

– Visite o médico, pelo menos uma vez por ano: o desenvolvimento da doença renal crônica costuma se dar de forma lenta. Com isso, o organismo tem tempo para ir se adaptando ao mau funcionamento dos rins, fazendo com que não surjam sinais ou sintomas até fases bem tardias da doença. Por isso, é essencial fazer uma consulta para avaliação por meio de exames de urina e creatinina.

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