Emicida levanta o público em show no SESC

Quando a banda aparece, uma batida forte de bateria e bateria eletrônica combinadas com o som de atabaques, abre o show e logo Emicida entra no palco para o delírio da plateia. Na pegada do hip hop, o cantor e compositor fala sobre racismo, família, política, segregação, periferia e com suas rimas em alta velocidade faz a plateia cantar suas músicas, estrofes e rimas.

Quando Emicida pede para a plateia sair do chão, o piso do SESC Bauru treme. “Passarinhos” é a música mais tocada de Emicida nas rádios e foi cantada pelo coral de jovens que acompanhavam o show em busca de algo novo e que trouxesse identificação com a sociedade atual, ninguém ali estava alienado!

Em meio a suas rimas que retratam desigualdade e racismo, Emicida pede igualdade e amor em uma sociedade que tem que andar para frente: “Quem faz moonwalker é o Michael Jackson, vamos andar com a sociedade para frente apesar de existirem alguns querendo andar para trás…”, alerta.

Um show onde a música, artista e plateia foram um só, Emicida, quem não foi perdeu.

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