Evento “Todos juntos pela comunicação alternativa” no Zoo de Bauru

Outubro é o mês internacional de conscientização sobre a Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA). A CSA é uma área de prática e pesquisa, clínica e educacional para crianças e adultos, que envolve um conjunto de recursos e estratégias utilizadas para auxiliar a comunicação de pessoas que não se comunicam funcionalmente pela fala.

Com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da CSA, a Sociedade Internacional de Comunicação Alternativa (ISAAC), com sede em Toronto, no Canadá, definiu outubro como sendo o mês oficial da CSA.

Neste ano, o Centro Dynami e a Clínica GCFD, atendendo ao chamado da ISAAC-Brasil para a campanha “Todos juntos pela comunicação alternativa”, se uniram para chamar a atenção da população para o direito à comunicação de todas as crianças, especialmente as que vivem alguma condição de deficiência. Para isso, farão uma mobilização no Zoológico Municipal de Bauru, no dia 27/10, às 10h30, buscando identificar locais que necessitam de sinalização com imagens para ampliar a acessibilidade de comunicação de quem visita o Zoo, independente de como se comunica.

“Anualmente mais de 320 mil pessoas visitam o nosso zoológico e com certeza, muitas delas pode ter alguma dificuldade para interagir com as placas educativas e de alerta que aqui estão dispostas, então, essa será uma grande oportunidade de oferecer um zoológico cada vez mais acessível a todo o nosso público”, comenta o diretor do Zoo, Luiz Pires. Segundo a fonoaudióloga e Coordenadora do Comitê de CSA e Libras da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Dra. Grace Cristina Ferreira Donati, as crianças têm, via de regra, uma relação muito especial com os animais, mesmo quando não conseguem interagir adequadamente com outras pessoas. Por este motivo, o grupo de profissionais escolheu o Zoo de Bauru, por ser um dos locais preferidos dos pequenos cidadãos bauruenses com deficiência.

Muitas pessoas podem se beneficiar da CSA em alguma fase da vida: crianças que têm deficiência intelectual, autismo, paralisia cerebral, apraxia, por exemplo. E também adolescentes, adultos e idosos que perdem a capacidade de falar em função de ferimentos ou lesões neurológicas, acidente vascular encefálico (AVE), doenças degenerativas, ou até mesmo em períodos de entubação nos hospitais.

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